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Caminhoneiros desafiam Doria e Covas e fecham duas faixas da Paulista

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Dezenas de caminhoneiros estacionaram seus veículos na avenida Paulista na tarde de hoje fechando duas faixas da via mais conhecida da cidade. Eles reclamam da quarentena implementada pelo governo do estado e pela prefeitura de São Paulo, pedem isolamento vertical e apoiam o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A fila de caminhões tem três quadras de extensão e, antes, houve carreata de vans. O protesto inclui um caixão com as imagens do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), e do governador do estado, João Doria (PSDB). Há vários adesivos com a mensagem “fora Doria”, principal alvo da manifestação.

Durante entrevista coletiva, o governador disse que não é contra manifestações, mas declarou que não aceita o fechamento de vias. Em protesto dez dias atrás, o prefeito de São Paulo afirmou que iria multa se houvesse buzinaço nas imediações de hospitais.

A Polícia Militar foi até lá e negociou que os manifestantes deixem o local às 15h30, quando seriam escoltados até deixar a cidade.

Everton Antunes, Jobelzinho, 38 anos, explicou que os caminhoneiros passam dificuldades e as medidas afetam a vida de pais de família.

“A gente precisa trabalhar. Não somos contra fechar comércio, mas precisamos ter liberdade. A gente quer quarentena naquele esquema vertical. A gente cansou, estamos de saco cheio. A gente queria o impeachment do governador”, afirmou.

Junto a eles, existem vários carros com placa final par, o que é proibido pelo rodízio ampliada que começou hoje.

Junto a eles, existem vários carros com placa final par, o que é proibido pelo rodízio ampliada que começou hoje.

A reportagem procurou o governo de São Paulo e a prefeitura e aguarda uma manifestação.

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