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Estudo: resposta imune da CoronaVac permanece por até um ano no organismo

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Entender a memória imunológica das vacinas contra covid-19 é um ponto fundamental para conter a pandemia e, consequentemente, diminuir número de novos casos e de óbitos. Pensando nisso, um novo estudo feito com a CoronaVac buscava entender a resposta imune induzida pelas duas doses ao longo de um ano.

Publicado no The Lancet no dia 19 de outubro, ainda sem revisão de outros cientistas (preprint), o resultado mostrou que a resposta imune humoral e celular induzida pela vacina do Instituto Butantan e da Sinovac permanece por um ano no organismo.

A imunidade humoral é aquela derivada de anticorpos, as moléculas de defesa do corpo. Já a imunidade celular envolve as células chamadas de linfócitos T (ou células T).

Como o estudo foi feito

A pesquisa foi realizada por cientistas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças e da Universidade Médica Capital, ambos de Pequim, na China. Foram analisados 150 voluntários, com idades entre 18 e 59 anos, que receberam as duas vacinas com 14 dias de intervalo.

Para poder verificar a evolução do panorama imunológico dos participantes, amostras de sangue foram coletadas antes do recebimento da primeira dose da vacina, assim como decorridos um, três, seis e 12 meses após a segunda dose.

 

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