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SP passa a utilizar tecnologia antidrone para impedir entregas aéreas em presídios

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A SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) vai utilizar tecnologia antidrone para combater o envio de celulares, drogas e quaisquer ilícitos para detentos custodiados nos presídios do estado de São Paulo. AEVP (Agentes de Escolta e Vigilância Penitenciária) foram treinados em uma unidade prisional da Grande São Paulo no mês de agosto, para operar os novos dispositivos.

Os equipamentos, de origem australiana, são capazes de interceptar drones a uma distância de mais de mil metros. As “armas” interferem no link de dados, fazendo com que a comunicação entre o infrator e o drone seja interrompida. Desta forma, o profissional operador do antidrone (AEVP) assume imediatamente o seu controle, podendo fazê-lo voltar à origem, forçar sua descida ou mantê-lo em voo estacionário.

Tecnologia antidrone


O emprego pioneiro dessa tecnologia no país, até então nunca utilizada pelas forças de segurança brasileiras, soma-se ao aparato já existente no sistema penitenciário paulista.

“Uma das vantagens deste dispositivo é sua portabilidade, que permite pronto emprego e fácil transporte para qualquer local, além de contribuir com o aprimoramento do trabalho dos profissionais da SAP”, explica o Secretário da Administração Penitenciária, Coronel Nivaldo Cesar Restivo.

Segundo Nivaldo, a tecnologia tem sido cada vez mais aplicada dentro das prisões de São Paulo, auxiliando sobremaneira na manutenção das condições de estabilidade, segurança e disciplina do sistema.

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