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ARTIGO: 7 DE ABRIL: DIA DO JORNALISTA!

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“O jornalismo moderno tem uma coisa a seu favor. Ao nos oferecer a opinião dos deseducados, ele mantém-nos em dia com a ignorância da comunidade.”  (Oscar Wilde)

 

“O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter.” (Cláudio Abramo)

 

Sérgio Barbosa (*)

 

Hoje, quando todos buscam apenas estar, o jornalista tem como obrigação ser neste contexto glocal, ou seja, do global para o local, bem como, procurando estar em conexão com as mudanças em nível internacional…

Os desencontros continuam na pauta do dia do simples mortal, ainda bem, pois, as loucuras estão em todas as partes do planeta, por isto e mais aquilo o compromisso está acima dos interesses escusos de uma sociedade viciada em tempo de pós-globalização midiática…

Os dias passam e a ética continua a mesma para jornalistas e profissionais das outras áreas, porém, como sempre, o poder continua cobrando os seus créditos por meio da intermediação dos pilantras de sempre neste “País do faz de conta”,,.

O Jornalista é o historiador do presente neste contexto plural para a sociedade, assim, é preciso antes de qualquer coisa ter uma reflexão crítica sobre tudo e todos, haja vista, a necessidade de um momento qualquer em meio aos desencontros do ser humano frente ao senso comum neste tempo novo tempo que se chama hoje…

A postura do Jornalista está acima dos interesses do poder pelo poder, portanto, faz-se necessário estar comprometido com objetivos geral e específico por meio dos processos pedagógico e profissional…

As bandeiras são muitas neste novo tempo novo, por isto e mais aquilo, o Jornalista está acima do senso comum neste início cenário contemporâneo, assim, o desempenho jornalístico deve ser encarado como meio, sem início e muito menos fim dos fatos sobre a pluralidade do contexto em nível de singularidade…

Os pseudonos do poder continuam desenvolvendo suas artimanhas pelas esquinas de uma “província” qualquer, tentando com isto, intimidar os “Jornalistas” com ameaças e discursos sem nexo e muito menos convexo…

Desta forma, se colocam acima do “bem e do mal”, porém, pode ser que o “bom” esteja travestido de “mau” e tudo fica na mesmice de sempre…

Não se pode deixar de lado os/as tais “amigos/as da onça” ou pode ser da “onça sem amigos/as” e no mais em meio ao tudo de menos…

Também, “dar a cara” para bater é para poucos neste contexto atual, desta forma, que o “Dia, do/a Jornalista” possa ser comemorado sem traumas das ameaças de um tempo sem o tempo,…

Reforçando o compromisso plural que deve estar acima de tudo e de todos/as, tendo em vista que o cenário atual se encontra um tanto quando “perdido” nas contradições mediadas pela eterna “vigilância do poder”…

AVE JORNALISTAS!

QUEM SOBREVIVER VAI SABER…

_________________________

(*) Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela FCS/IMS (1.983), Jornalista Diplomado (MTb No. 16.772/SP) e professor universitário.

e-mail: barbosa.sebar@gmail.com

 

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