Carlos Brandão lidera avaliação entre governadores do Nordeste e é 4º no Brasil
O governador do Maranhão, Carlos Brandão, lidera a avaliação entre os governadores do Nordeste com 63,2% de aprovação, segundo compilação do G1 entre janeiro de 2023 e julho de 2026. No ranking nacional, ele ocupa a 4ª posição, atrás de Mauro Mendes (MT), Ratinho Júnior (PR) e Ed
Carlos Brandão lidera avaliação entre governadores do Nordeste e aparece em 4º lugar no ranking nacional
O governador do Maranhão, Carlos Brandão, aparece em posição de destaque em um levantamento que reúne dados de avaliação dos governadores brasileiros publicados pelo portal G1 entre janeiro de 2023 e julho de 2026. De acordo com o ranking apresentado, Brandão alcança 63,2% de avaliação positiva, resultado que o coloca na liderança entre os governadores do Nordeste e na quarta colocação nacional.
O que significa o ranking de governadores para o cidadão
A avaliação de um governador reflete diretamente a percepção da gestão estadual sobre serviços públicos, infraestrutura e economia. Quando um governador como Carlos Brandão aparece com 63,2% de aprovação, isso indica que a maioria da população maranhense aprova as políticas implementadas, o que pode influenciar desde a confiança para investimentos privados até a continuidade de programas sociais.
Para quem mora no Maranhão, o dado sugere que as ações do governo têm correspondido às expectativas locais. Para investidores e empresários, a aprovação alta costuma ser um sinal de estabilidade política e previsibilidade administrativa.
Nordeste: Brandão na liderança regional
No recorte nordestino, Carlos Brandão ocupa o primeiro lugar, seguido pelo governador do Piauí, Rafael Fonteles, com 62,5%. Na terceira posição aparecem João Azevêdo/Lucas Ribeiro, da Paraíba, com 50%. Completam as cinco primeiras colocações Raquel Lyra, de Pernambuco, com 47,6%, e Fábio Mitidieri, de Sergipe, com 41,7%.
A diferença entre Brandão e Fonteles é de apenas 0,7 ponto percentual, o que demonstra uma disputa acirrada pela preferência regional. Já a distância para o terceiro colocado, João Azevêdo/Lucas Ribeiro, é de 13,2 pontos, um intervalo significativo que consolida a liderança maranhense.
Como os números afetam a gestão local
Uma aprovação elevada como a de Brandão (63,2%) pode facilitar a aprovação de projetos na Assembleia Legislativa, atrair parcerias com o governo federal e reduzir a pressão por mudanças no secretariado. Para o cidadão comum, o reflexo aparece em obras, programas de saúde e educação que tendem a ter continuidade.
Ranking nacional: onde o Maranhão se posiciona
Já no cenário nacional apresentado pelo levantamento, o governador do Maranhão fica atrás apenas de Mauro Mendes/Otaviano Pivetta, de Mato Grosso, com 69,8%; Ratinho Júnior, do Paraná, com 65,4%; e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, com 64,1%.
Com 63,2%, Brandão aparece à frente de nomes como Rafael Fonteles, do Piauí, com 62,5%; Clécio Luís, do Amapá, com 55,9%; João Azevêdo/Lucas Ribeiro, da Paraíba, com 50%; Raquel Lyra, de Pernambuco, com 47,6%; Coronel Marcos Rocha, de Rondônia, com 47,6%; e Wilson Lima, do Amazonas, com 46,4%.
A quarta posição nacional coloca o Maranhão em um seleto grupo de estados com alta aprovação. A diferença para o terceiro colocado, Eduardo Leite, é de apenas 0,9 ponto, o que indica que Brandão está tecnicamente empatado na terceira posição, considerando margens de erro típicas de pesquisas de opinião.
O que esperar da gestão com esse resultado
Para o cidadão, a manutenção de uma avaliação positiva tende a significar continuidade de políticas públicas. Para o mercado, o ranking sinaliza um ambiente de governança estável, o que pode atrair investimentos em setores como energia renovável, logística e agronegócio, áreas estratégicas para o Maranhão.
Metodologia do levantamento: cuidados ao interpretar
Cabe ressaltar que as artes apresentam o levantamento como uma compilação de avaliações publicadas pelo portal G1 ao longo do período entre janeiro de 2023 e julho de 2026, e não necessariamente como uma única pesquisa nacional realizada simultaneamente com todos os governadores. Por isso, os percentuais devem ser interpretados considerando as datas e metodologias específicas de cada levantamento utilizado na comparação.
Isso significa que os 63,2% de Brandão podem ter sido aferidos em momento diverso dos 69,8% de Mauro Mendes. A comparação direta, portanto, deve ser feita com ressalvas. Para quem acompanha a política local, o dado mais relevante é a tendência de aprovação dentro do próprio estado ao longo do tempo.
Perguntas Frequentes
Qual a avaliação de Carlos Brandão no ranking do G1?
Carlos Brandão tem 63,2% de avaliação positiva, segundo compilação do G1 entre janeiro de 2023 e julho de 2026.
Quem lidera o ranking nacional de governadores?
Mauro Mendes/Otaviano Pivetta, de Mato Grosso, lideram com 69,8%, seguidos por Ratinho Júnior (PR) com 65,4% e Eduardo Leite (RS) com 64,1%.
Quantos governadores do Nordeste aparecem no top 10 nacional?
Além de Carlos Brandão (4º), Rafael Fonteles (PI) aparece com 62,5% e João Azevêdo/Lucas Ribeiro (PB) com 50%.
O ranking é uma pesquisa única ou compilação?
É uma compilação de avaliações publicadas pelo G1 entre janeiro de 2023 e julho de 2026, e não uma pesquisa simultânea.
Como a aprovação do governador afeta o cidadão?
Aprovação alta favorece continuidade de obras, programas sociais e atração de investimentos, impactando diretamente serviços públicos e economia local.
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