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DJ acusado de atacar ex vai a júri popular em BH

ResumoDJ Kassio Fernando dos Santos Ragazzi enfrenta júri popular nesta terça-feira (15) em Belo Horizonte, acusado de tentativa de feminicídio contra a ex-namorada de 22 anos. A agressão ocorreu em julho de 2024 e provocou graves ferimentos na região genital da vítima. O caso tramita na Justiça mineira e o réu será julgado por jurados.

O DJ Kassio Fernando dos Santos Ragazzi vai a júri popular nesta terça-feira (15) em Belo Horizonte, acusado de tentativa de feminicídio contra a ex-namorada de 22 anos. A agressão ocorreu em julho de 2024 e deixou graves ferimentos na região genital da vítima.

Edmar Lisboa
Edmar Lisboa Editor regional · 15 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
DJ acusado de atacar ex vai a júri popular em BH

O DJ Kassio Fernando dos Santos Ragazzi será julgado pelo Tribunal do Júri nesta terça-feira (15) em Belo Horizonte. Ele responde pela tentativa de feminicídio da ex-namorada, de 22 anos, agredida dentro de casa em julho de 2024. A vítima sofreu graves ferimentos na região genital durante o ataque.

O caso chega ao plenário quase um ano depois dos fatos, o que recoloca a capital mineira no centro de um debate recorrente: a resposta do sistema de Justiça a crimes de violência doméstica. Em Minas, o Tribunal do Júri é a instância competente para julgar crimes dolosos contra a vida, incluindo tentativas.

A denúncia sustenta a acusação de tentativa de feminicídio, tipificação que exige a presença de razões de condição de sexo feminino. Cabe ao Conselho de Sentença, formado por jurados sorteados, decidir pela condenação ou absolvição. A sessão desta terça (15) ocorre em Belo Horizonte, sem que a fonte detalhe o horário ou a vara responsável.

O ataque de julho de 2024 ocorreu dentro da residência da vítima. A agressão resultou em ferimentos na região genital, conforme o relato da ocorrência. A ex-namorada tinha 22 anos à época.

A pauta do júri popular costuma atrair atenção para o município onde o crime aconteceu. Belo Horizonte tem registrado, como outras capitais, pressão por respostas mais rápidas em processos de feminicídio. A tramitação até o plenário, nesse tipo de caso, costuma envolver perícia, oitiva de testemunhas e laudos médicos.

A reportagem original não informa se o acusado está preso, qual a defesa apresentada, nem o resultado de etapas anteriores do processo. Também não há detalhes sobre a identidade da vítima ou sobre a existência de medidas protetivas. O violência contra a mulher em Minas acompanha o tema na região.

A sessão do Tribunal do Júri desta terça-feira (15) encerra uma etapa processual, mas não necessariamente o caso. Cabe recurso da decisão dos jurados, conforme prevê o Código de Processo Penal. A fonte consultada não confirmou se a defesa do DJ já sinalizou recurso.

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