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Laudo oficial da PRF contraria exploração política de tragédia em Caxias

ResumoO laudo oficial da Polícia Rodoviária Federal (PRF) sobre o acidente na BR-316, em Caxias, atribui a causa a uma conversão irregular de veículo. O documento desmente a versão política que envolvia o ex-prefeito Fábio Gentil, que não estava no automóvel no momento da colisão. A conclusão técnica encerra a exploração política da tragédia.

Laudo da PRF conclui que acidente na BR-316, em Caxias, foi causado por conversão irregular de veículo, e não por ação do ex-prefeito Fábio Gentil, que sequer estava no carro. Documento desmonta versão política.

Edmar Lisboa
Edmar Lisboa Editor regional · 21 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Laudo oficial da PRF contraria exploração política de tragédia em Caxias

Laudo oficial da PRF contraria exploração política de tragédia em Caxias

A conclusão do laudo pericial da Polícia Rodoviária Federal (PRF) encerra uma das principais controvérsias envolvendo o grave acidente registrado na BR-316, em Caxias. O documento desmente a narrativa disseminada por setores da oposição que, antes mesmo da conclusão das investigações, buscaram atribuir responsabilidade ao ex-prefeito Fábio Gentil, transformando uma tragédia familiar em instrumento de disputa política.

O laudo pericial da PRF sobre o acidente na BR-316, em Caxias, aponta que a causa foi a entrada abrupta de um GM Classic na pista, que não observou as condições de tráfego ao fazer uma conversão. A Toyota Hilux, que seguia regularmente, foi interceptada. O ex-prefeito Fábio Gentil, dono da Hilux, não estava no veículo. O motorista da Hilux testou 0,00 mg/l no etilômetro.

O que diz o laudo da PRF sobre a dinâmica do acidente

O documento técnico da PRF é categórico ao afirmar que o fator determinante para o sinistro foi a entrada abrupta do veículo GM Classic na pista de rolamento. O condutor realizou uma conversão para cruzar a rodovia sem observar as condições de tráfego, interceptando a trajetória da caminhonete Toyota Hilux, que seguia regularmente no sentido Caxias-Timon.

A dinâmica foi reconstruída a partir de vestígios, marcas no pavimento, posição final dos veículos e demais elementos periciais, conforme arquivo emitido pela PRF.

Fábio Gentil não estava no veículo no momento da colisão

Outro ponto que desmonta as acusações difundidas nas redes sociais é que, embora a Hilux pertença ao ex-prefeito Fábio Gentil, ele sequer estava no veículo no momento da colisão. O laudo identifica como condutor Silvino Costa Neto, tendo como passageiro Airion Silva Machado, ambos utilizando cinto de segurança.

O exame do etilômetro realizado no motorista apresentou resultado de 0,00 mg/l, descartando qualquer ingestão de bebida alcoólica.

Como a ausência do cinto de segurança agravou a tragédia

A perícia também esclarece que a gravidade do acidente foi ampliada porque um dos passageiros do GM Classic não utilizava cinto de segurança. Essa pessoa foi ejetada do veículo após o impacto e morreu ainda no local. A própria conclusão técnica da PRF registra que a ausência do equipamento de segurança agravou as consequências do acidente.

Exploração política perde respaldo com evidências técnicas

Mesmo diante da ausência de qualquer conclusão oficial, adversários políticos passaram a associar o acidente diretamente ao nome de Fábio Gentil, explorando emocionalmente uma tragédia que vitimou uma família. Agora, com a divulgação do laudo oficial da Polícia Rodoviária Federal, a versão sustentada por essas manifestações perde respaldo diante das evidências técnicas produzidas pela autoridade responsável pela investigação.

A estratégia politiqueira irresponsável reforça a necessidade de que acidentes dessa gravidade sejam tratados com responsabilidade, respeito às vítimas e confiança nas instituições encarregadas da apuração dos fatos. Em vez de julgamentos precipitados e da exploração política da dor alheia, a divulgação do laudo demonstra a importância de aguardar a conclusão das investigações antes da atribuição de responsabilidades.

A perícia oficial, baseada em critérios técnicos e científicos, afastou a narrativa construída prematuramente e estabeleceu a dinâmica do acidente com base nas evidências coletadas no local.

Perguntas Frequentes

O que causou o acidente na BR-316 em Caxias?

Segundo o laudo da PRF, a causa foi a entrada abrupta de um GM Classic na pista ao fazer uma conversão sem observar o tráfego, interceptando a trajetória de uma Toyota Hilux.

O ex-prefeito Fábio Gentil estava no veículo no momento do acidente?

Não. O laudo confirma que Fábio Gentil, dono da Hilux, não estava no veículo. O condutor era Silvino Costa Neto.

O motorista da Hilux havia consumido álcool?

Não. O exame do etilômetro no motorista apresentou resultado de 0,00 mg/l.

Por que a gravidade do acidente foi ampliada?

A perícia aponta que um dos passageiros do GM Classic não usava cinto de segurança, foi ejetado e morreu no local.

O laudo da PRF desmente a narrativa política?

Sim. O documento técnico desmonta as acusações feitas antes da conclusão das investigações, que atribuíam responsabilidade a Fábio Gentil.

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