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PB: Polícia prende "serial killer" ligado a 16 mortes

ResumoJorlan Alves da Silva, de 33 anos, foi preso na Paraíba após operação integrada das Polícias Civil e Militar que durou 48 horas. Jorlan Alves da Silva é apontado como autor de 16 homicídios em três meses e tentava fugir de Mulungu vestido de mulher e com uma criança no colo.

Operação integrada das Polícias Civil e Militar da Paraíba durou 48 horas e terminou com a prisão de Jorlan Alves da Silva, de 33 anos, apontado como autor de 16 homicídios em três meses. Ele tentava fugir de Mulungu vestido de mulher e com uma criança no colo.

Edmar Lisboa
Edmar Lisboa Editor regional · 16 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
PB: Polícia prende "serial killer" ligado a 16 mortes

As Polícias Civil e Militar da Paraíba prenderam nesta terça-feira (15) um homem de 33 anos suspeito de cometer 16 homicídios em apenas três meses. O detido é Jorlan Alves da Silva, apontado como serial killer, preso na cidade de Mulungu. A defesa dele não foi localizada pelo Estadão.

A prisão encerrou uma operação integrada que durou 48 horas. Jorlan foi encontrado enquanto tentava fugir do município vestido de mulher e com uma criança no colo. Já havia contra ele um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça da Paraíba.

O que a investigação aponta até agora

Durante o interrogatório, segundo o delegado Marcos Paulo Sales, Jorlan afirmou ter matado cerca de 80 pessoas ao longo da vida e ter cometido o primeiro homicídio aos 13 anos de idade.

Outro delegado que atua no caso, Douglas Garcia, afirmou que os 16 homicídios mais recentes já reúnem elementos considerados fortes pela investigação, entre provas técnicas e confissões. No depoimento, Jorlan relatou os crimes com aparente tranquilidade e forneceu detalhes sobre algumas ocorrências.

A criança localizada com o suspeito no momento da prisão passa bem, conforme a Polícia Civil paraibana. Ela não tem parentesco com ele e tem aproximadamente dois anos de idade. As circunstâncias de como ela foi parar com Jorlan ainda estão sendo investigadas.

Outros presos e o alcance da operação

Jorlan é suspeito de participar de diversos homicídios registrados na região do Vale do Mamanguape, no agreste paraibano. Outros dois homens foram presos na operação. Eles também teriam participação nos crimes e seriam ligados à mesma facção de Jorlan, que tem origem no Rio de Janeiro, mas também atua na Paraíba.

A operação integrada contou com informações repassadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e apoio do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), segundo a Polícia Civil.

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