Polícia prende vigilante suspeito de furto de equipamentos
A Polícia Civil do Maranhão prendeu preventivamente um vigilante noturno suspeito de furtar um gerador, um transformador elétrico e um compressor de ar em uma propriedade rural de Dom Pedro. O mandado foi cumprido em Codó.
A Polícia Civil do Maranhão cumpriu, na terça-feira (15), mandado de prisão preventiva contra um homem que atuava como vigilante noturno, suspeito do furto de equipamentos de grande porte na zona rural de Dom Pedro. A captura ocorreu no bairro Mutirão, no município de Codó.
O caso começou em agosto deste ano, quando o gerador de energia de grande porte, um transformador elétrico e um compressor de ar desapareceram de uma propriedade na zona rural de Dom Pedro. As apurações apontam que o investigado se valeu do acesso facilitado pela função de vigilância para subtrair os equipamentos.
O que a investigação aponta
Segundo os registros policiais, depois que o furto foi constatado, o homem deixou o local de trabalho e passou a intimidar uma testemunha, com o objetivo de dificultar as apurações. Os elementos reunidos ao longo da investigação embasaram o pedido de prisão preventiva, que foi acolhido pela Justiça.
A operação de captura foi feita por agentes da 4ª Delegacia Regional de Codó, com apoio do Grupo de Pronto Emprego (GPE). Depois dos procedimentos de praxe, o suspeito foi encaminhado à Unidade Prisional de Codó, onde permanece à disposição do Poder Judiciário.
O que muda para quem contrata vigilância
O caso expõe um ponto que costuma passar batido em contratos de segurança patrimonial: o risco de quem tem acesso ao imóvel ser justamente a pessoa investigada. Em propriedades rurais, onde a fiscalização é mais espaçada e os equipamentos ficam em galpões afastados, o prejuízo tende a demorar a aparecer.
Para quem administra sítios, fazendas ou galpões na região, vale conferir se o contrato prevê registro de entrada e saída de equipamentos e se há conferência periódica do inventário. O caso de Dom Pedro segue em apuração sob responsabilidade do Poder Judiciário, e o suspeito não teve o nome divulgado pela polícia.