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Morre aos 74 anos o jornalista carioca Marcos Penido

ResumoMarcos Penido, jornalista carioca, morreu aos 74 anos. Penido acumulou 32 anos de atuação em O Globo e cobriu nove edições de Copas do Mundo. O profissional também presidiu a Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro (ACERJ) entre 2014 e 2017. A trajetória de Penido marcou o jornalismo esportivo brasileiro.

Morreu aos 74 anos o jornalista carioca Marcos Penido, com 32 anos de O Globo e nove Copas do Mundo cobertas. Ele também presidiu a ACERJ entre 2014 e 2017.

Tatiana Réis
Tatiana Réis Repórter de serviço · 01 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Morre aos 74 anos o jornalista carioca Marcos Penido

O jornalista carioca Marcos Penido morreu aos 74 anos. Profissional de destaque no jornalismo esportivo brasileiro, ele trabalhou por 32 anos no jornal O Globo e também teve passagem pelo Jornal do Brasil. Penido participou da cobertura de nove edições da Copa do Mundo, entre 1982 e 2014, e presidiu a Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro (ACERJ) entre 2014 e 2017.

A ACERJ divulgou nota de pesar pelo falecimento e destacou a atuação de Penido na reconstrução da entidade. Em 2007, ele participou da reunião que deu origem ao primeiro grupo de trabalho criado para reerguer a associação, que enfrentava naquele período uma grave crise financeira. Entre 2008 e 2014, ocupou o cargo de vice-presidente da entidade durante a gestão de Eraldo Leite. Posteriormente, assumiu a presidência, função que exerceu entre 2014 e 2017.

Na carreira jornalística, Marcos Penido trabalhou durante cinco anos como repórter do Jornal do Brasil. Em 1983, foi convidado a integrar a equipe de O Globo, onde permaneceu até se aposentar, em 2015. Apaixonado pelo jornalismo esportivo, participou da cobertura de nove edições da Copa do Mundo. A primeira foi a de 1982, na Espanha, pelo Jornal do Brasil, quando a equipe do periódico recebeu o Prêmio Esso. As oito edições seguintes foram acompanhadas pelo jornal O Globo.

Torcedor do Botafogo, Penido foi vencedor de dois Prêmios Esso de Jornalismo, em 1983 e 1994. Em 1994, conquistou outro Prêmio Esso, desta vez em equipe, pela cobertura de O Globo que denunciou um esquema de manipulação de resultados no Campeonato Carioca daquele ano.

Para a ACERJ, além da contribuição profissional, Marcos Penido deixa um legado relacionado à reconstrução e ao fortalecimento da entidade. Ele deixa a viúva, Rita, e dois enteados. Em nota, a associação manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de profissão.

O velório foi realizado neste domingo (30), a partir das 10h, na Capela 6 do Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro. O sepultamento ocorreu às 13h, no mausoléu da família.

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