Quatro ministros do STF e a crise institucional
A crise no STF se aprofunda com as ações de Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, que, segundo a fonte, vandalizam a instituição ao tentar evitar uma investigação.
A crise no Supremo Tribunal Federal (STF) se aprofunda com as ações de quatro ministros: Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes. Segundo a fonte original, eles estariam vandalizando moral, jurídica e institucionalmente a corte, em uma tentativa de evitar uma investigação contra Moraes. O caso envolve a relação do ministro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
A situação começou quando Moraes, ex-relator do inquérito das fake news, usou um relatório apócrifo cheio de ilações para pedir a investigação de um colega e cobrou o fim do sigilo de apurações. Dino, por sua vez, tumultua com seu relatório paralelo do caso Dark Horse e suspendeu a decisão de um colega usando um outro processo. Gilmar e Zanin passaram por cima do presidente do tribunal, Edson Fachin, para oficiar à Polícia Federal por dados que nem sequer farão diferença na deliberação agendada para a terça-feira, 15.
Essas ações, segundo a fonte, são feitas com desfaçatez espantosa, sob os aplausos de juristas que se manifestam nas redes para endossar a chicana escancarada. A fonte destaca que essas mesmas pessoas alegaram defender as instituições nos últimos anos, e o cinismo com que atuam agora joga por terra qualquer possibilidade de levar a sério o que disseram contra o grupo de Jair Bolsonaro.
A fonte também aponta que, se estão com medo do bolsonarismo, essas gambiarras são a última coisa que deveriam fazer, pois esvaziam qualquer discurso de legalismo e ordem. A degradação moral dos quatro ministros não arrasta para o buraco apenas eles, mas o tribunal inteiro e todos aqueles que se prestam a endossar seus comportamentos.
Por fim, a fonte conclui que não há mais lugar para Moraes, Dino, Zanin e Gilmar no STF depois dos últimos dias. Ao atuar para salvar um ministro que não merece salvação, eles acabaram condenando quatro.