# Justiça Eleitoral investiga distribuição de cerveja em campanha de Nilson Takashi

> A Justiça Eleitoral do Maranhão investiga a suposta distribuição de cerveja em adesivaço do candidato a deputado federal Nilson Takashi (PSD) em Imperatriz. A decisão judicial determinou à Meta a preservação de provas digitais. Eduardo Braide, candidato ao governo, também é citado no caso. A apuração busca verificar possível violação das regras eleitorais durante o evento de campanha.

*Folha Regional · Eventos · 31 de agosto de 2026 · Edmar Lisboa*

A Justiça Eleitoral do Maranhão investiga uma suposta distribuição de cerveja durante adesivaço do candidato a deputado federal Nilson Takashi (PSD) em Imperatriz. Eduardo Braide, candidato ao governo, também é citado. Decisão determinou à Meta que preserve provas.

A Justiça Eleitoral do Maranhão abriu investigação sobre uma suposta distribuição de cerveja durante um adesivaço do candidato a deputado federal Nilson Takashi (PSD) em Imperatriz. A ação, ajuizada pela coligação "Avanço por Todo Maranhão", também cita o candidato ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide, apontado como suposto beneficiário da conduta.

A juíza Manuella Viana dos Santos Faria Ribeiro determinou à Meta que preserve as publicações que contenham as provas do suposto crime eleitoral. Segundo a acusação, Takashi teria participado de um evento de campanha no qual ocorreu distribuição organizada de cerveja aos presentes, com a finalidade específica de obtenção de votos, o que configuraria captação ilícita de sufrágio e eventual abuso de poder econômico.

Como elemento inicial, a representação apresentou uma fotografia retirada de uma publicação no Instagram. A imagem mostra pessoas aparentemente entregando bebidas a ocupantes de um veículo em ambiente que, segundo a coligação, seria o adesivaço. Para a magistrada, esse elemento é suficiente, nesta fase inicial e exclusivamente para fins de preservação da prova, para conferir plausibilidade à narrativa.

Takashi e Braide deverão ser notificados para apresentar defesa no prazo de cinco dias. O Ministério Público Eleitoral também será cientificado para acompanhar o processo. O caso, embora localizado em Imperatriz, reflete um padrão de fiscalização que tende a se intensificar em todo o estado em períodos eleitorais, especialmente quando há indícios de compra de votos.

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Fonte (canonical): https://folharegionalpacaembu.com.br/eventos/justica-eleitoral-investiga-distribuicao-cerveja-campanha-nilson-takashi-imperat/
