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Vem Comigo: desafios emocionais na volta às aulas com psicóloga

ResumoA psicóloga Evelyn Lindholm, no programa Vem Comigo, orienta pais sobre os desafios emocionais na volta às aulas. A especialista oferece dicas para famílias auxiliarem na adaptação escolar e identificarem sinais de dificuldade emocional em crianças e adolescentes.

No Vem Comigo desta segunda-feira (27), a psicóloga Evelyn Lindholm orienta pais sobre os desafios emocionais na volta às aulas. A especialista dá dicas para famílias ajudarem na adaptação e identificarem sinais de dificuldade.

Tatiana Réis
Tatiana Réis Repórter de serviço · 27 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Vem Comigo: desafios emocionais na volta às aulas com psicóloga

A volta às aulas é um período de transição que mexe com as emoções de crianças e adolescentes. Ansiedade, medo e resistência à nova rotina são comuns, mas exigem atenção dos pais. No Vem Comigo desta segunda-feira (27), a psicóloga Evelyn Lindholm explica os desafios emocionais desse momento e como as famílias podem ajudar.

Resposta direta: A volta às aulas pode gerar ansiedade e dificuldades de adaptação em crianças e adolescentes. A psicóloga Evelyn Lindholm orienta as famílias a identificarem sinais de estresse e a criarem uma rotina de transição para tornar o retorno à escola mais tranquilo.

Ansiedade na volta às aulas: o que muda

Para muitas crianças e adolescentes, o retorno ao ambiente escolar representa uma ruptura com a rotina das férias. A psicóloga Evelyn Lindholm explica que esse período de transição pode despertar sentimentos de insegurança, especialmente em quem enfrenta mudanças de turma, escola ou turno.

A especialista orienta os pais a observarem mudanças de comportamento nos primeiros dias de aula. Irritabilidade, choro frequente, queixas de dor de cabeça ou barriga e dificuldade para dormir podem ser sinais de que a adaptação não está sendo fácil.

Como as famílias podem ajudar na adaptação

Evelyn Lindholm sugere que os pais conversem abertamente com os filhos sobre o que esperar da volta às aulas. Criar uma rotina gradual nos dias anteriores ao início das aulas, com horários para acordar, comer e dormir, ajuda o corpo e a mente a se prepararem.

Outra dica da especialista é validar os sentimentos da criança ou adolescente. Dizer que é normal sentir nervosismo ou medo reduz a pressão e abre espaço para o diálogo. A psicóloga também recomenda que os pais evitem comparações com irmãos ou colegas.

Sinais que merecem atenção

A especialista alerta que alguns sinais exigem acompanhamento profissional. Quando a ansiedade persiste por mais de duas semanas, interfere no sono ou na alimentação, ou impede a criança de frequentar a escola, pode ser necessário buscar ajuda de um psicólogo ou pediatra.

Crianças que já tiveram experiências negativas na escola, como bullying ou dificuldades de aprendizado, podem precisar de suporte extra. A psicóloga Evelyn Lindholm reforça que cada criança tem seu próprio ritmo de adaptação.

Dicas práticas para um retorno mais tranquilo

  • Retome a rotina de sono e alimentação alguns dias antes das aulas
  • Converse sobre os aspectos positivos da escola: reencontrar amigos, aprender coisas novas
  • Evite cobranças excessivas nos primeiros dias
  • Esteja presente na hora da saída e mostre interesse pelo dia do filho
  • Observe sinais de estresse e ofereça acolhimento

O papel da escola e da comunidade

A psicóloga destaca que a escola também tem um papel na adaptação emocional. Professores e coordenadores podem criar atividades de acolhimento nos primeiros dias, como rodas de conversa e dinâmicas de integração.

Em São Luís e no Maranhão, o programa Vem Comigo, exibido de segunda a sexta às 11h30 na TV Cidade | RECORD, com apresentação de Ailton Nunes, aborda temas como este para ajudar famílias maranhenses a enfrentarem desafios do dia a dia.

Perguntas Frequentes

Como saber se meu filho está com ansiedade na volta às aulas?

Observe mudanças de comportamento como irritabilidade, choro, queixas físicas (dor de cabeça ou barriga) e dificuldade para dormir. Se os sintomas persistirem, procure um profissional.

Quanto tempo dura a adaptação escolar?

Não há um prazo fixo. A psicóloga Evelyn Lindholm explica que cada criança tem seu ritmo, mas a maioria se adapta nas primeiras duas semanas.

O que fazer se a criança não quer ir à escola?

Converse para entender o motivo, valide os sentimentos e, se necessário, converse com a escola. Evite forçar sem acolhimento.

Quando procurar ajuda profissional?

Quando a ansiedade interfere no sono, na alimentação ou na frequência escolar por mais de duas semanas, é recomendável buscar um psicólogo ou pediatra.

A escola pode ajudar na adaptação emocional?

Sim. A psicóloga Evelyn Lindholm destaca que atividades de acolhimento, como rodas de conversa e dinâmicas, ajudam os alunos a se sentirem seguros.

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