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Promotor que investigava facção criminosa e atuava contra o tráfico é assassinado a tiros

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O promotor paraguaio Marcelo Pecci, dedicado a investigar grandes casos do crime organizado, narcotráfico e lavagem de dinheiro na América do Sul, sofreu um atentado e morreu na Colômbia nesta terça-feira (10).

Pecci foi atingido por três disparos, e, segundo informações do jornal local ABC, passava a lua de mel em Cartagena, cidade turística do litoral colombiano. Sua esposa não foi ferida no ataque.

O promotor é responsável por casos de repercussão, como a morte de um jornalista em Mato Grosso do Sul, além da detenção do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho no Paraguai, por porte de documentos falsos.

Ele também foi designado para investigar o assassinato da filha do governador de Amambai, no Paraguai, e outras três pessoas em Pedro Juan Caballero, divisa com o Brasil.

Seu principal caso em investigação era a operação “A Ultranza Py”, a maior contra a lavagem de dinheiro no Paraguai, que começou ao fim de 2019, em cooperação com órgãos dos Estados Unidos, a União Europeia e o Uruguai.

O presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, repudiou o assassinato de Pecci. “O covarde assassinato do procurador Marcelo Pecci na Colômbia deixa toda a nação paraguaia de luto”, escreveu o líder paraguaio no Twitter.

“Condenamos com veemência este ato trágico e redobramos nosso compromisso com a luta contra o crime organizado”, acrescentou.

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