Orleans Brandão propõe Saúde na Palma da Mão em programa eleitoral
No programa eleitoral de sexta-feira (4), Orleans Brandão (MDB) apresentou três eixos para a saúde no Maranhão: descentralização, Saúde na Palma da Mão e acolhimento neurodivergente.
No programa eleitoral gratuito exibido na sexta-feira (4), o candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), apresentou três eixos para ampliar o acesso à saúde: descentralização da rede, o programa 'Saúde na Palma da Mão' e o acolhimento integrado a pessoas neurodivergentes. A proposta prevê novos hospitais de urgência e emergência, novas maternidades e telemedicina com agendamento de consultas, exames e cirurgias pelo celular.
Orleans afirmou que a saúde será prioridade de sua gestão e citou os avanços dos últimos quatro anos do governo de Carlos Brandão, dos quais participou como secretário de Assuntos Municipalistas. "No meu governo, a saúde será prioridade. O Maranhão avançou muito nos últimos quatro anos, e eu acompanhei esse trabalho de perto", declarou.
A peça também destacou a expansão da hemodiálise: as cadeiras passaram de 279 para 484 e devem chegar a 600 até o fim de 2026. O paciente Duarte Coimbra, que enfrentava longos deslocamentos até Caxias, agora faz o tratamento perto de casa. "Saía daqui 1h da tarde, chegava meia-noite. Às vezes, para descer do carro, as minhas pernas faltavam", relatou.
Outro relato foi o de Heider, de Timon, que recuperou a visão após cirurgia de catarata pelo programa 'Cuidar dos Olhos'. "Eu não estava mais enxergando nada. Era tudo embaçado, principalmente o olho esquerdo", disse. O programa também citou o Centro TEA 12+, apontado como o primeiro do Nordeste no atendimento a neurodivergentes, e o Saúde na Escola.
A promessa central é levar o cuidado para perto das residências. "Quando o atendimento chega perto de casa, ele muda a vida das pessoas", assegurou Orleans. Os números de hemodiálise e os mutirões oftalmológicos aparecem como provas de que o modelo funciona. Resta saber como as novas unidades serão distribuídas e financiadas, já que a fonte não detalha prazos ou orçamento como funciona a telemedicina no SUS.