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Camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio em 2026

ResumoCamelôs do Rio de Janeiro protestaram em 2026 contra o programa da prefeitura que impõe novas regras para o comércio ambulante. Os trabalhadores exigem revisão das normas, que restringem áreas de atuação e exigem cadastramento. A prefeitura defende a medida como forma de organizar o espaço público e combater irregularidades.

Camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio, exigindo revisão de regras que afetam sua atividade. Entenda os motivos do protesto e a posição oficial.

Geraldo Pontes
Geraldo Pontes Repórter de cidade · 08 de julho de 2026 · 3 min de leitura
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Camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio, na manhã desta quarta-feira (12), na região central da cidade. A manifestação reúne centenas de comerciantes informais que pedem a revisão de regras do programa de ordenamento do comércio ambulante. O ato bloqueia parcialmente a Avenida Presidente Vargas, próximo à Candelária, e conta com apoio de entidades sindicais.

Os camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio que, segundo eles, impõe multas elevadas e reduz os pontos de venda autorizados. A prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), afirma que o programa visa organizar o espaço público e garantir a livre circulação de pedestres. A notícia mora na esquina: o debate sobre o uso do espaço urbano divide opiniões entre moradores e comerciantes.

Por que camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio?

Os manifestantes apontam três principais motivos para o protesto: o aumento no valor das multas, a redução dos pontos de venda e a falta de diálogo com a categoria. Segundo a Associação dos Camelôs do Rio de Janeiro, o programa atual prevê multas que variam de R$ 1.000 a R$ 5.000, valores considerados abusivos para quem vive do comércio informal.

A prefeitura, por outro lado, afirma que as multas são proporcionais à infração e que o programa já passou por consulta pública. "Queremos trabalhar, mas com regras justas", diz um dos líderes do movimento, que prefere não se identificar. A Seop informou que está aberta ao diálogo, mas não há previsão de suspensão das novas regras.

O que diz a prefeitura sobre o programa?

A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) informou, em nota, que o programa de ordenamento foi criado para coibir a venda de produtos ilegais e garantir a segurança dos consumidores. Segundo a pasta, os camelôs que atuam dentro da lei podem se cadastrar e obter autorização para trabalhar em áreas específicas.

A prefeitura também destaca que o programa prevê a fiscalização de produtos piratas e a apreensão de mercadorias sem nota fiscal. A notícia mora na esquina: a fiscalização já resultou na apreensão de mais de 10 mil itens desde o início do ano, segundo dados da Seop.

Impactos do protesto para os comerciantes e a cidade

O protesto dos camelôs contra programa da prefeitura no Rio já causa reflexos no trânsito e no comércio da região central. A manifestação, que começou às 8h, já provocou congestionamentos na Avenida Presidente Vargas e ruas adjacentes. A CET-Rio orienta motoristas a evitarem a área até o fim da tarde.

Para os comerciantes informais, a paralisação é uma forma de pressionar a prefeitura a rever as regras. "Sem o nosso ponto de venda, não temos como sustentar a família", afirma Maria da Silva, camelô há 15 anos. A Associação dos Camelôs estima que cerca de 5 mil famílias dependem diretamente da atividade na região central.

Como o programa afeta a rotina dos moradores?

Moradores da região central reclamam da desorganização do comércio ambulante, mas também reconhecem a importância dos camelôs para a economia local. "Eles vendem produtos mais baratos, mas às vezes atrapalham a passagem", diz João Santos, que trabalha na região há 10 anos. A prefeitura afirma que o programa busca equilibrar esses interesses.

Perguntas Frequentes

Qual o motivo do protesto dos camelôs no Rio?

Os camelôs protestam contra o programa da prefeitura que estabelece novas regras para o comércio ambulante, incluindo multas mais altas e redução de pontos de venda.

O que a prefeitura do Rio propõe com o programa?

A prefeitura afirma que o programa visa organizar o espaço público, coibir a venda de produtos ilegais e garantir a segurança dos consumidores.

Quantos camelôs participam do protesto?

A manifestação reúne centenas de comerciantes informais, segundo a Associação dos Camelôs do Rio de Janeiro.

O protesto afeta o trânsito na cidade?

Sim, o protesto bloqueia parcialmente a Avenida Presidente Vargas, causando congestionamentos na região central.

Há previsão de acordo entre camelôs e prefeitura?

A prefeitura afirma estar aberta ao diálogo, mas não há previsão de suspensão das novas regras.

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