Camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio em 2026
Camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio, exigindo revisão de regras que afetam sua atividade. Entenda os motivos do protesto e a posição oficial.
Camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio, na manhã desta quarta-feira (12), na região central da cidade. A manifestação reúne centenas de comerciantes informais que pedem a revisão de regras do programa de ordenamento do comércio ambulante. O ato bloqueia parcialmente a Avenida Presidente Vargas, próximo à Candelária, e conta com apoio de entidades sindicais.
Os camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio que, segundo eles, impõe multas elevadas e reduz os pontos de venda autorizados. A prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), afirma que o programa visa organizar o espaço público e garantir a livre circulação de pedestres. A notícia mora na esquina: o debate sobre o uso do espaço urbano divide opiniões entre moradores e comerciantes.
Por que camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio?
Os manifestantes apontam três principais motivos para o protesto: o aumento no valor das multas, a redução dos pontos de venda e a falta de diálogo com a categoria. Segundo a Associação dos Camelôs do Rio de Janeiro, o programa atual prevê multas que variam de R$ 1.000 a R$ 5.000, valores considerados abusivos para quem vive do comércio informal.
A prefeitura, por outro lado, afirma que as multas são proporcionais à infração e que o programa já passou por consulta pública. "Queremos trabalhar, mas com regras justas", diz um dos líderes do movimento, que prefere não se identificar. A Seop informou que está aberta ao diálogo, mas não há previsão de suspensão das novas regras.
O que diz a prefeitura sobre o programa?
A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) informou, em nota, que o programa de ordenamento foi criado para coibir a venda de produtos ilegais e garantir a segurança dos consumidores. Segundo a pasta, os camelôs que atuam dentro da lei podem se cadastrar e obter autorização para trabalhar em áreas específicas.
A prefeitura também destaca que o programa prevê a fiscalização de produtos piratas e a apreensão de mercadorias sem nota fiscal. A notícia mora na esquina: a fiscalização já resultou na apreensão de mais de 10 mil itens desde o início do ano, segundo dados da Seop.
Impactos do protesto para os comerciantes e a cidade
O protesto dos camelôs contra programa da prefeitura no Rio já causa reflexos no trânsito e no comércio da região central. A manifestação, que começou às 8h, já provocou congestionamentos na Avenida Presidente Vargas e ruas adjacentes. A CET-Rio orienta motoristas a evitarem a área até o fim da tarde.
Para os comerciantes informais, a paralisação é uma forma de pressionar a prefeitura a rever as regras. "Sem o nosso ponto de venda, não temos como sustentar a família", afirma Maria da Silva, camelô há 15 anos. A Associação dos Camelôs estima que cerca de 5 mil famílias dependem diretamente da atividade na região central.
Como o programa afeta a rotina dos moradores?
Moradores da região central reclamam da desorganização do comércio ambulante, mas também reconhecem a importância dos camelôs para a economia local. "Eles vendem produtos mais baratos, mas às vezes atrapalham a passagem", diz João Santos, que trabalha na região há 10 anos. A prefeitura afirma que o programa busca equilibrar esses interesses.
Perguntas Frequentes
Qual o motivo do protesto dos camelôs no Rio?
Os camelôs protestam contra o programa da prefeitura que estabelece novas regras para o comércio ambulante, incluindo multas mais altas e redução de pontos de venda.
O que a prefeitura do Rio propõe com o programa?
A prefeitura afirma que o programa visa organizar o espaço público, coibir a venda de produtos ilegais e garantir a segurança dos consumidores.
Quantos camelôs participam do protesto?
A manifestação reúne centenas de comerciantes informais, segundo a Associação dos Camelôs do Rio de Janeiro.
O protesto afeta o trânsito na cidade?
Sim, o protesto bloqueia parcialmente a Avenida Presidente Vargas, causando congestionamentos na região central.
Há previsão de acordo entre camelôs e prefeitura?
A prefeitura afirma estar aberta ao diálogo, mas não há previsão de suspensão das novas regras.