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CPTM: trabalhadores decidem sobre greve em assembleia

ResumoCPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) realiza nova assembleia de trabalhadores nesta terça-feira (04), às 17h, para decidir sobre a continuidade da greve. A paralisação afeta as linhas 11, 12, 13 e o Expresso Aeroporto desde a meia-noite. A decisão dos funcionários definirá o rumo do movimento.

Trabalhadores da CPTM realizam nova assembleia nesta terça-feira (04), às 17h, para decidir se a greve continua. O movimento atinge as linhas 11, 12, 13 e o Expresso Aeroporto desde a meia-noite.

Wellington Frota
Wellington Frota Repórter de segurança · 04 de agosto de 2026 · 3 min de leitura
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Trabalhadores da CPTM realizam assembleia sobre continuidade da greve

Os trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) realizam nova assembleia, a partir das 17h desta terça-feira (04), para decidir se continuarão em greve. O movimento paredista atinge as linhas 11, 12 e 13, além do serviço Expresso Aeroporto, desde a meia-noite desta terça.

A assembleia desta terça ocorre após um dia de operação parcial. As linhas 11 e 12 operaram parcialmente desde a manhã, enquanto a Linha 13 e o Expresso não operaram. A decisão dos trabalhadores definirá os próximos passos do movimento.

O que está em jogo na assembleia da CPTM

A mobilização pede garantia de emprego para 4 mil trabalhadores e a reversão da concessão das mesmas linhas, que foram privatizadas. O pedido reflete a preocupação com a manutenção dos postos de trabalho e com a qualidade do serviço.

A concessão foi efetivada em julho, mas problemas como sucessivos atrasos e um incêndio em um trem levaram o governo estadual a retomar, por 90 dias, a operação das linhas, que estava com a empresa Trivia. A medida temporária busca garantir a continuidade do serviço enquanto a situação é avaliada.

Linhas afetadas pela greve e situação operacional

As linhas 11, 12 e 13, que atendem à Zona Leste, região mais extensa da capital, estão no centro do movimento. O Expresso Aeroporto também foi afetado. A paralisação começou à meia-noite desta terça-feira.

  • Linha 11: operação parcial desde a manhã
  • Linha 12: operação parcial desde a manhã
  • Linha 13: não operou
  • Expresso Aeroporto: não operou

Contexto da concessão e a retomada temporária pelo governo

A concessão das linhas foi efetivada em julho, mas a operação apresentou problemas. Sucessivos atrasos e um incêndio em um trem motivaram o governo estadual a retomar a operação por 90 dias. A empresa Trivia estava à frente do serviço.

A retomada temporária visa estabilizar o serviço enquanto se discute o futuro da concessão. A assembleia de hoje é mais um capítulo nesse processo, com os trabalhadores buscando garantias.

O que pode acontecer após a assembleia

A decisão dos trabalhadores pode resultar na continuidade ou na suspensão da greve. Caso o movimento prossiga, as linhas 11, 12, 13 e o Expresso Aeroporto seguem com operação afetada. A orientação é que os passageiros busquem alternativas de transporte.

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) abriu investigação sobre a CPTM concedida à Trivia Trens. A apuração é mais um desdobramento do caso, que envolve a qualidade do serviço e a segurança dos usuários.

Perguntas Frequentes

Até quando a greve da CPTM pode durar?

A duração depende da decisão da assembleia desta terça-feira (04). Os trabalhadores podem optar por continuar ou encerrar o movimento.

Quais linhas da CPTM estão paradas?

As linhas 11, 12 e 13, além do Expresso Aeroporto, estão afetadas. As linhas 11 e 12 operam parcialmente, enquanto a 13 e o Expresso não operam.

Por que os trabalhadores da CPTM estão em greve?

A mobilização pede garantia de emprego para 4 mil trabalhadores e a reversão da concessão das linhas privatizadas.

O que motivou a retomada da operação pelo governo?

Sucessivos atrasos e um incêndio em um trem levaram o governo estadual a retomar, por 90 dias, a operação das linhas, que estava com a empresa Trivia.

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