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Orleans Brandão propõe 'Saúde na Palma da Mão' e descentralização

ResumoOrleans Brandão (MDB) propõe o programa 'Saúde na Palma da Mão' para o Maranhão, com três eixos: descentralização dos serviços, acolhimento neurodivergente e expansão da hemodiálise. A iniciativa inclui mutirões oftalmológicos e visa ampliar o acesso regional à saúde. A proposta foi apresentada no programa eleitoral do candidato.

Orleans Brandão (MDB) apresentou no programa eleitoral três eixos para a saúde no Maranhão: descentralização, 'Saúde na Palma da Mão' e acolhimento neurodivergente. A peça destacou expansão da hemodiálise e mutirões oftalmológicos.

Edmar Lisboa
Edmar Lisboa Editor regional · 07 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Orleans Brandão propõe 'Saúde na Palma da Mão' e descentralização

O candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), apresentou no programa eleitoral gratuito exibido na sexta-feira (4) três eixos para a saúde: a implantação do programa 'Saúde na Palma da Mão', a descentralização da rede e o acolhimento integrado a pessoas neurodivergentes e suas famílias. A peça também destacou a expansão do atendimento de hemodiálise e os mutirões oftalmológicos realizados no estado.

A proposta central é aproximar os serviços da população. O primeiro eixo prevê a descentralização com novos hospitais de urgência e emergência e novas maternidades. O segundo, o 'Saúde na Palma da Mão', oferecerá telemedicina e permitirá marcar consultas, exames e cirurgias pelo celular. O terceiro eixo trata do atendimento especializado a pessoas neurodivergentes, com apoio às famílias e ampliação da oferta de profissionais de saúde mental.

No programa, Orleans afirmou que a saúde será prioridade em sua gestão e citou os avanços dos últimos quatro anos do governo de Carlos Brandão, dos quais participou como secretário de Assuntos Municipalistas. "No meu governo, a saúde será prioridade. O Maranhão avançou muito nos últimos quatro anos, e eu acompanhei esse trabalho de perto", disse.

Os números apresentados mostram a expansão da hemodiálise: as cadeiras passaram de 279 para 484 e devem chegar a 600 até o fim de 2026. A peça trouxe o relato de Duarte Coimbra, paciente que, após um transplante de coração, enfrentava longos deslocamentos até Caxias e hoje faz o tratamento perto de casa, e de Heider, morador de Timon, que recuperou a visão após cirurgia de catarata pelo programa 'Cuidar dos Olhos'.

Também foram citados o Centro TEA 12+, apontado como o primeiro do Nordeste no atendimento a pessoas neurodivergentes, e o programa Saúde na Escola. "Quando o atendimento chega perto de casa, ele muda a vida das pessoas", afirmou Orleans.

Para quem acompanha a disputa estadual, a aposta em saúde como prioridade reflete uma tendência nacional de gestões que buscam capilaridade no atendimento básico. A efetividade das promessas dependerá da execução orçamentária e da capacidade de articulação com os municípios, pontos que devem ser observados nos próximos debates.

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